
Nome: Místicka (Vilma Sobrano)
Idade: 37 Equinócios
Signo: Libra
Sou: Uma Bruxa
Amo: a Vida e minhas Filhas
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Olá meus queridos amigos, tudo nessa vida, cabe uma pequena evolução e nós não somos diferentes motivo que me leva, solicitar que tenham um pouco de paciência em alguns dias teremos mudanças talvez de imagem, mas com certeza de conteúdo. O Evangelho de Judas Novas descobertas arqueológicas confirmam o que grandes esoteristas do passado já divulgavam há muito tempo, Judas foi o principal discípulo de Jesus o qual teve a maior das missões, a de entregar seu Mestre para que este pudesse encontrar sua glória. A Verdadeira história de Judas, discípulo de Jesus. Como todo estudante e praticante do esoterismo já li muitas obras literárias, mas uma das poucas que tocou no fundo de minha alma foi o Livro “O Vôo da Serpente Emplumada”, de Armando Cosani. Nesta obra é revelada a verdadeira história de um dos personagens mais importante e mais injustiçado de toda a história do cristianismo. Um homem que amou tanto a seu mestre que teve que passar pela maior de todas as provações. Um homem que negou toda a felicidade nirvanica para se sacrificar em prol da humanidade, fazendo aquilo que deveria ser feito. Com um beijo cumpriu sua missão e entrou para a história como sinônimo de traição. Seu nome, Judas, o homem de Kariot, discípulo fiel de Jesus que cumpriu a risca aquilo que lhe fora encomendado pelo seu mestre. Conheça a verdadeira história de Judas, discípulo de Jesus, contada no livro O Evangelho de Judas é um evangelho apócrifo, atribuído a autores gnósticos, composto de 26 páginas de papiro escrito em copta dialectal que revela as relações de Judas com Jesus Cristo sob um ângulo diferente do traidor que vendeu Jesus aos romanos. O documento com bordas em couro foi descoberto nos anos 1970 no deserto egípcio, perto de El Minya. Ele circulou em seguida entre os comerciantes de antigüidades para se encontrar primeiro na Europa e depois nos Estados Unidos, onde permaneceu em um cofre de um banco em Long Island (Nova York) durante 16 anos, antes de ser comprado em 2000 pela antiquária suíça Frieda Nussberger-Tchacos. Inquieta com a deterioração do manuscrito, a antiquária confiou-o à fundação suíça Maecenas em fevereiro de 2001, a fim de preservá-lo e traduzi-lo. Após a restauração do documento, o trabalho de análise e tradução foi confiado a uma equipe de coptólogos dirigida pelo professor Rodolphe Kasser, um aposentado da Universidade de Genebra. Kasser disse jamais ter visto um manuscrito em um estado tão ruim: páginas faltavam, o topo das páginas, onde ficavam os números, estava rasgado, e havia quase mil fragmentos de papiro. Para reconstituir, segundo ele, o "quebra-cabeça” mais complexo jamais criado pela história", o professor Kasser foi auxiliado pela conservadora de papiros Florence Darbre e pelo especialista em copta dialectal Gregor Wurst, da Universidade de Augsburg (Alemanha). O documento, chamado "Codex de Tchacos", será devolvido ao Egito e conservado no museu copta do Cairo. "Os resultados dos testes permitem chegar à conclusão de que o texto remonta a um período compreendido entre o princípio do século III e o princípio do século IV", garante Mario Jean Roberty, director da Fundação Maecenas, com sede na Basiléia. O trecho-chave do documento é atribuído a Jesus, dizendo a Judas: "Tu vais ultrapassar todos. Tu sacrificarás o homem que me revestiu". Segundo os exegetas, esta frase significa que Judas contribuirá a liberar o espírito de Jesus ao ajudar este a se livrar de seu envelope carnal. "Essa descoberta espetacular de um texto antigo, não-bíblico, considerada por alguns especialistas como um dos mais importantes jamais descobertos nos últimos 60 anos, estende nosso conhecimento da história e das diferentes opiniões teológicas do início da era cristã", esclarece Terry Garcia, um dos responsáveis da revista estado-unidense National Geographic. A existência do Evangelho de Judas havia sido atestada pelo primeiro bispo de Lyon, São Irineu, que o denunciou em um texto contra as heresias na metade do século II. Presume-se que o original, provavelmente escrito em grego, seja datado do início do século II. São Irineu comentou a existência de uma seita gnóstica chamada de Cainitas, cuja crenca era baseada no princípio que o mundo material era mau, portando seu Criador também maligno. Além de Irineu, Epifânio também argumentou pela existência desse manuscrito. Os Cainitas adoravam a Caim, pois teria se revoltado contra Deus e tinham a Judas Iscariotes por profeta, pois ele supostamente teria descoberto os planos de Deus e enganado-o traindo a Jesus, o Seu Filho.Os Cainitas compuseram um evangelho próprio para provar suas teorias e atribuíram a Judas Iscariotes. Nenhum manuscrito dele sobreviveu, existindo somente em citações fragmentárias. Quase dois mil anos após ter semeado a discórdia entre os primeiros cristãos, o "Evangelho Segundo Judas", apóstolo que traiu Jesus, volta à tona na Suíça, onde está sendo traduzido. O manuscrito em papiros de 62 folhas escritas em dialeto copta, a antiga língua dos cristãos do Egito, deve ser publicado em alemão, inglês e francês daqui a mais ou menos um ano, afirmou nesta terça-feira a Fundação Maecenas. "Nós recebemos os resultados dos testes de datação com o carbono 14: o texto é ainda mais antigo do que pensávamos e remonta a um período entre o fim do século III e o começo do século IV", explicou à France Presse o diretor da fundação da Basiléia, Mario Jean Roberty. A existência do "Evangelho Segundo Judas", cujo original é verossímil em grego, foi atestada pelo primeiro bispo de Lyon, Santo Irineu, que no século II denunciou o texto como herético. "É a única fonte clara que permite saber que tal evangelho existia", segundo Roberty, que não quis falar sobre o conteúdo do texto antes de sua publicação. "Nós não queremos revelar ainda o caráter excepcional do material que temos entre as mãos." Segundo a tradição, Judas entregou Jesus aos romanos, que o pregaram na cruz. Cheio de remorsos, ele teria se enforcado. "Entretanto, em seu evangelho, não se enforcou", ironiza o especialista. O mistério continua sobre os verdadeiros autores da obra. "Ninguém pode dizer que Judas escreveu ele próprio o evangelho", destaca Roberty, acrescentando que os outros evangelhos também não saíram das mãos dos apóstolos. No Concílio de Nicéia (Turquia), reunido em 325 por iniciativa do primeiro imperador cristão, Constantino, a Igreja limitou a quatro os evangelhos transmitindo os ensinamentos de Cristo. Somente os textos atribuídos a Marcos, João, Lucas e Mateus foram mantidos. Cerca de trinta textos, alguns deles conhecidos, foram descartados porque não estavam de acordo com o que Constantino desejava como doutrina política, observou Roberty. De acordo com o especialista, o evangelho de Judas colocaria em questão certos princípios políticos da doutrina cristã. Também permitiria uma certa reabilitação de Judas, que durante séculos cristalizou as acusações de assassino de Jesus feitas pela Igreja contra o povo judeu. "Eu vejo um elemento muito positivo nisso porque a figura de Judas é uma das justificativas do cristianismo por sua visão anti-semita", afirma. A origem do evangelho segundo Judas é misteriosa. Depois de sua descoberta no Egito nos anos 1950 ou 1960, fez uma breve passagem na Suíça antes de ser colocado em um cofre nos Estados Unidos durante 20 anos. Apenas no final de 1990 seu conteúdo foi identificado e a fundação Maecenas o comprou em 2001. Depois do documento restaurado, o trabalho de análise e de tradução foi confiado a uma equipe dirigida pelo professor Rudolf Kasser, aposentado da Universidade de Genebra. "Evangelho Segundo Judas" é apresentado ao público Após ter ficado desaparecida por 1.700 anos, a única cópia conhecida do "Evangelho Segundo Judas", autenticada e apresentada pela primeira vez ao público nesta quinta-feira, lança uma nova luz sobre o apóstolo que supostamente traiu Jesus vendendo-o aos romanos. O manuscrito de 26 páginas em papiro, escrito em dialeto copta, foi apresentado pela revista americana "National Geographic" em sua sede, na capital americana. O documento, cópia de uma versão mais antiga redigida em grego, foi autenticado como sendo do século 3 ou 4. Ao contrário da versão dos quatro Evangelhos oficiais, o texto em questão indica que Judas era um iniciado que traiu Jesus a pedido dele próprio, e para a redenção da Humanidade. A principal passagem do documento é atribuída a Jesus, que diz a Judas: "Tu superarás todos eles. Tu sacrificarás o homem que me cobriu." Segundo exegetas, a frase significa que Judas ajudará a libertar o espírito de Jesus de seu invólucro carnal. "Essa descoberta espetacular de um texto antigo, não-bíblico, é considerada por especialistas uma das mais importantes atualizações dos últimos 60 anos no que se refere ao nosso conhecimento sobre a História e a diferentes opiniões teológicas sobre o começo da era cristã", indicou Terry Garcia, vice-presidente-executivo da revista americana. A existência desse Evangelho foi comprovada por Santo Irineu, primeiro bispo de Lyon, que o denunciou em um texto contra as heresias em meados do século 2. "A descoberta surpreendente do Evangelho de Judas afeta a nossa compreensão sobre o início do cristianismo", disse Elaine Pagels, professora de religião da Universidade de Princeton e uma das grandes especialistas mundiais em Evangelhos. "Essa descoberta derruba o mito de uma religião monolítica, e mostra o quão diverso e fascinante era o movimento cristão em seu começo", assinalou. Acredita-se que o manuscrito, encadernado em couro, tenha sido copiado por volta do ano 300 d.C.. Ele foi descoberto na década de 1970, no deserto egípcio de El Minya. Circulou entre vendedores de antigüidades, até chegar à Europa e, depois, aos Estados Unidos, onde permaneceu no cofre de um banco de Long Island por 16 anos, até ser novamente comprado no ano 2000, pelo antiquário suíço Frieda Nussberger-Tchacos. Preocupado com sua possível deterioração, o antiquário entregou o manuscrito à fundação suíça Maecenas Foundation for Ancient Art em fevereiro de 2001, a fim de preservá-lo e traduzi-lo. Após a restauração do documento, o trabalho de análise e tradução foi confiado a uma equipe dirigida pelo professor Rudolf Kasser, aposentado pela Universidade de Genebra. O documento será mantido agora em um museu do Cairo. Minha pequenina filhota Brida e seu cachorrinho Thor Soneto de aniversário
:: PRESENTE :: :: PRESENTE :: **PRESENTE MEU ÚNICO PARA VOCÊ** está semana iniciou-se um periodo especial Voltei a estudar, mas voltei a fazer aquilo que sempre sonhei Olá pessoal, espero que não fiquem chateados, sou uma blogueira nova, ou um pouco inesperiente isso significa que todo dia, aprendo um pouquinho em virtude disto, estou arrumando a casa, para poder receber mais confortavelmente os amigos, logo tudo estará lindinho novamente bjos 1000 mil... Homenagem Aos parentes das vítimas Acidente da TAM em Sampa Está na hora de mudarmos, mudarmos nossos pensamentos Mudarmos nossas decisões, pensarmos em nossos irmãos, Irmãos estes que no limite de seus caminhos necessitam de luz E nossos irmãos que permaneceram necessitam de conforto. Luz a todos vcs, não importa no que acreditem, não importa o nome que dêem mais luz é o que todos podemos desejar nessa caminhada. ........@.............@ Ouroboros Entre tantos símbolos relacionados, o Ouroboros é um dos que apresenta maior hipótese de significados. Isto porque há outras representações iconográficas contidas e associadas ao próprio Ouroboros. Autoria do texto Tenho procurado explicação sobre o amor,

- Postado por: Misticka às 11h00
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”O Vôo da Serpente Emplumada”, que além de um romance esotérico é um tratado para o despertar da consciência. Este livro foi escrito entre os anos 40 e 50 pelo famoso escritor e tradutor Armando Cosani. A obra é dividida em 3 partes. Na primeira parte o escritor conta como conheceu um personagem que mudou sua vida, um homem misterioso, com uma imensa sabedoria e que ao longo de vários anos o ajudou e o orientou. A segunda parte do livro é um verdadeiro tratado de auto conhecimento que narra a trajetória de um iniciado desde o princípio de sua jornada até alcançar o Despertar da Consciência e a Iluminação ao receber o beijo da Sagrada Princesa Sac-Nicté. Na terceira e última parte do livro a verdadeira história de Judas, o homem de Kariot, discípulo de Jesus é contada com riqueza de detalhes. Viaje com o Grande Kabir e seus discípulos e descubra o que realmente aconteceu naqueles últimos dias que mudaram a história de toda humanidade.O Evangelho de Judas - Texto Apócrifo escrito em Copta
- Postado por: Misticka às 14h57
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Descoberta
Tu sacrificarás o homem que me revestiu
- Postado por: Misticka às 14h55
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- Postado por: Misticka às 14h53
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da France Presse, em Washington
- Postado por: Misticka às 14h52
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- Postado por: Misticka às 22h59
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Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.
Faça-se a carne mais envilecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.
Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.
E eu te direi: amiga minha, esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.
Texto extraído da antologia "Vinicius de Moraes - Poesia completa e prosa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1998, pág. 451.
Conheça a vida e a obra do autor em "Biografias".
- Postado por: Misticka às 19h25
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que a distância não esquece,
que a maldade não destrói.
É um sentimento que vem de longe,
que ganha lugar no seu coração
e você não substitui por nada.
É alguém que você sente presente,
mesmo quando está longe...
Que vem para o seu lado quando você está sozinho
e nunca nega um sentimento sincero.
Ser amigo não é coisa de um dia,
são atos, palavras e atitudes
que se solidificam no tempo
e não se apagam mais.
Que ficam para sempre como tudo que é feito
com o coração aberto.
- Postado por: Misticka às 17h17
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- Postado por: Misticka às 00h21
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- Postado por: Misticka às 00h07
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- Postado por: Misticka às 23h13
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- Postado por: Misticka às 23h46
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- Postado por: Misticka às 08h51
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O Ouroboros é a representação gráfica de uma serpente ou um dragão, em forma circular, engolindo a própria cauda. Este símbolo é encontrado na antiga literatura esotérica (alguma vezes, associado à frase Hen to pan – O Todo ou O um) e em diversas tradições ocultistas e escolas iniciáticas em forma de amuleto.
A origem etimológica do termo Ouroboros está, supostamente, na linguagem copta e no idioma hebreu, na qual ouro, em copta, significa Rei, e ob em hebreu, significa serpente. Mas, precisar sua origem e significado primitivo, torna-se uma tarefa praticamente impossível. Mesmo que de certa forma estejam interligados mas, paralelamente, trazem interpretações distintas.
Os primeiros registros deste arquétipo foram encontrados entre os egípcios, chineses e povos do norte europeu (associado a serpente folclórica Jörmungandr) há mais de 3000 anos. Na civilização egípcia, é uma representação da ressurreição da divindade egípcia Rá, sob a forma do Sol. Também é encontrado entre os fenícios e gregos.
A serpente, que nos textos canônicos está associada às aspectos maléficos, como no livro Êxodo 3:13, (Perguntou o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A Serpente enganou-me, e eu comi.), na maior parte das culturas pré-cristãs, é um símbolo de sabedoria. Partindo do princípio que o Ouroboros é um símbolo pré-cristão, pode-se supor que este conceito de sabedoria é predominante.
Mas, pode-se também interpretar que o ato de engolir a si mesma, é uma interrupção do ciclo humano em uma busca evolutiva do espírito noutros planos. Por outro lado, pode significar a auto-destruição através do ato de consumir a própria carne e até mesmo a auto-fecundação. Ainda, o fato de encontrar-se na forma circular é um arquétipo representativo de movimentos ininterruptos e pode representar também o Universo. Além da interpretação de que a serpente atua nas esferas inferiores (Inferno), enquanto o círculo representa o Reino Divino. Em outras situações, o animal tem duas cores distintas. Neste caso, provavelmente, uma referência a Yin e Yang, ou pólos masculino e feminino, dia e noite, bem e mal, e outros paradoxos da natureza.
Sob uma perspectiva alquímica, o Ouroboros é representado na figura de dois animais míticos engolindo um a cauda do outro; não sendo, neste caso, necessariamente, uma serpente. Segundo o Uractes Chymisches Werk (Leipzig – 1760), "alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem". Esta descrição alquímica é uma alusão ao processo de separação do material em dois elementos distintos.
Porém, de uma forma mais ampla, o Ouroboros é uma representação dos ciclos reencarnatórios da alma humana. Ainda, segundo o Dictionnaire des Symboles, simboliza o "ciclo da evolução fechado sobre si mesmo. O símbolo contém as idéias de movimento, continuidade, autofecundação e, em conseqüência, o eterno retorno". Na obra Magic Symbols de Frederick Goodman é citado "serpente... [seja] o símbolo da sabedoria dos verdadeiros filósofos" e "O Tempo, do qual apenas a sabedoria brota".
- Postado por: Misticka às 20h38
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Que sempre me fez voar com pensamentos férteis,
Tenho tentado entendê-lo.
O que faz um belo sentimento ser tão invejado,
E a causa de tanto ciúmes, que me deixa céptico.
No primeiro instante pensei que soubesse de tudo,
Sempre fui em busca do amor puro,
Saía vagando a procura de inspiração,
Para chegar no fundo do teu coração.
Busquei à teus braços o porto seguro,
Nos teus beijos, o frescor sadio,
No teu peito o aconchego, deletando assim,
As noites vazias.
E desse feito, ele não terá jeito,
O mundo que me perdoe,
- Postado por: Misticka às 11h02
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